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Hormônio leptina e obesidade

Hormônio leptina e obesidade: O que são? Como se relacionam?

Que a obesidade é um problema de saúde mundial e que ela predispõe as pessoas a problemas metabólicos que podem afetar sua expectativa de vida não é segredo pra ninguém.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) existem mais de 800 milhões de indivíduos obesos no mundo todo! E intervenções como diminuir o consumo de calorias por dia e aumentar a atividade física com o objetivo de ter um déficit calórico e consequentemente perda de peso, tem sido usadas há anos.

E todos os dias aparecem dietas milagrosas ou ferramentas novas com promessas duvidosas! É dieta líquida, da sopa, da proteína, low carb, jejum intermitente, dieta flexível…

Mas será que essas estratégias têm funcionado?

Basta dar uma olhada na internet, em algumas estatísticas e até mesmo ao seu redor para chegar a conclusão de que não, essas técnicas não têm sido efetivas e estão longe de ser milagrosas e resolver o que pode causar a obesidade.

Se fosse o caso os números relacionados à obesidade cairiam e não subiriam todos os dias!

Nesse texto você vai conhecer melhor alguns termos e entender melhor a Fisiologia por trás das dietas restritivas e sua associação com o hormônio leptina e a obesidade.

Hormônio Leptina, o que é isso?

Antes de mais nada precisamos entender o que é a leptina e qual sua principal função no nosso corpo. A leptina é um hormônio produzido no nosso tecido adiposo (ou seja na nossa gordura corporal) e que regula funções metabólicas muito importantes no seu corpo. É um dos hormônios mais importantes na regulação da nossa fome e do gasto energético.

O hormônio leptina é produzido e liberado durante e após uma refeição. Por isso, ela é conhecida como o hormônio da saciedade. É o aumento da sua concentração que vai informar seu cérebro que chegou a hora de parar de comer.

Além de estar relacionada à saciedade e à obesidade, o hormônio leptina é também responsável por aumentar o gasto energético no nosso corpo. Tudo isso para manter os níveis de energia suficientes para realizar nossas funções do dia-a-dia e nosso peso estável com o passar dos anos. E isso acontece quando seu corpo está em equilíbrio energético.

Hormônio Leptina, obesidade, dieta e restrição calórica

Quando dietas que restringem muitas calorias são usadas como procedimentos para perda de peso, a quantidade de energia que seu corpo recebe é menor do que a quantidade de energia que ele recebia antes. E ele vai provocar respostas que vão resultar no aumento da sensação de fome!

Te explico melhor… quando ainda éramos homens das cavernas, a disponibilidade de comida que existia não era como hoje. Então, nosso corpo evoluiu entendendo que uma restrição de calorias é uma ameaça a vida!

Mas a sociedade evoluiu inventando o fogo e maneiras de estocar comida e hoje temos comida ao nosso alcance o tempo todo! O negócio é que nosso corpo continua pensando que uma restrição de calorias é uma ameaça à vida!

Então, quando restringimos calorias, seu corpo não vai entender que você quer emagrecer, ele vai entender que alguma coisa estranha aconteceu e que não tem comida suficiente no mundo!

E, sábio como é, ele vai desencadear mecanismos que vão te fazer restabelecer o equilíbrio energético de antes. Vai aumentar sua fome! Essa sensação de fome aumenta a liberação do hormônio da fome: a grelina.

Então, esse déficit energético vem acompanhado de aumento da fome e também aumento do hormônio da fome, que vai te dar ainda mais fome e de quebra diminuir seu gasto energético para compensar a energia que não chega mais na quantidade que seu corpo conhecia.

Consequência disso?

Aquela falta de energia que te impede de realizar suas funções apropriadamente e aquela vontade de deitar no sofá e ficar vendo TV o dia todo.

Então serão 2 fatores que serão aumentados (a fome e a liberação de hormônios da fome) que vão contra tudo o que a dieta restritiva propôs.

E essa luta é muito cruel! E é ela uma das grandes responsáveis pelo fracasso desse tipo de dieta!

E como nada é tão ruim que não possa piorar…

A história não acaba por aqui. Além de aumentar a liberação de fatores que vão aumentar sua fome, a pessoa passa vai ter uma queda aguda da liberação de leptina e aos poucos ter uma resistência à esse hormônio da saciedade.

Entendeu, como o hormônio leptina e obesidade se relacionam, né? Aumento dos sinais de fome e diminuição dos sinais de saciedade = ataques descontrolados à geladeira!

Nesse momento, você pode dizer: Dra. Sophie, eu não paro de comer!!

Veja o que fazer no vídeo abaixo:

Voltando às consequências, aí (re)começa o processo conhecido como efeito sanfona, efeito iô-iô… perda rápida de peso e reganho mais rápido ainda!

Existe uma estimativa de que apenas 20% da pessoas que perdem muito peso com dietas restritivas conseguem manter o peso. Isso é muito pouco!

Saiba como manter o peso depois de emagrecer!

Você pode até perder peso. Você, durante a dieta, até mudou alguns hábitos alimentares, fez mais refeições saudáveis e menos calóricas, mas o ambiente ao seu redor não mudou, sua mentalidade não mudou!

E, logo, voltar aos hábitos anteriores passa a ser uma ideia quase irresistível! E isso está longe de ser falta de força de vontade como pregam por aí! É apenas uma resposta fisiológica e sábia do seu corpo!

Sempre que existe um déficit de calorias seu corpo vai ter adaptações metabólicas que vão resultar em aumento da fome, diminuição da saciedade e também diminuição do gasto energético, que é um reflexo de como o hormônio leptina e a obesidade se relacionam.

Como fazer então para sair desse ciclo vicioso sem fim?

Para manter a perda de peso você precisa aderir a comportamentos que vão contra essas adaptações fisiológicas (como diminuição dos sinais de saciedade – leptina e aumento dos sinais de fome – grelina) e outros fatores que favorecem o reganho de peso.

É muito difícil ter comportamentos que vão contra a nossa fisiologia, mas não é impossível! E são essas mudanças de comportamento que serão essenciais para o sucesso na perda e principalmente na manutenção do peso!

Fazer as pazes com o que você come e com seu corpo é possível!

Bon appétit!

Agora que você já aprendeu sobre o hormônio leptina e obesidade…

Tenho um convite para você. Mesmo que já saiba como os hormônios leptina e a obesidade estão relacionadas, você ainda pode ter desafios para atingir seus resultados de saúde.

Em razão disso, eu aconselho que você conheça o meu programa online Efeito Sophie.

Nele, eu não vou falar sobre as últimas dietas da moda, alimentos milagrosos e fórmulas mágicas de emagrecimento – até porque não acredito em nada disso.

Ao invés, eu vou te ajudar a identificar o seu comportamento e relacionamento diante da comida. Ajudar você a sair do efeito sanfona e entrar no Efeito Sophie.

A minha missão é fazer com que você possa encarar a alimentação como algo prazeroso, sem estresses e muito menos culpa.

Com algumas dicas práticas, você poderá alcançar o SEU peso saudável, de forma gradual e duradoura.

Vamos juntos nessa?

Se inscreva e comece hoje mesmo o programa online Efeito Sophie!

Enfim, conecte-se com seu corpo e encontre a melhor versão de você mesmo!

Estar em paz com as necessidades do seu corpo pode te ajudar a ter uma vida muito mais saudável, feliz e em harmonia!

Referências

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