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algas marinhas para emagrecer

Algas marinhas para emagrecer? Saboreando sem mitos!

É muito provável que você já tenha ouvido falar em algas marinhas para emagrecer. Em uma pesquisa rápida pelo Google é possível encontrar mais de 1700 páginas com essas palavras-chave. Os resultados de busca aumentam para 181.000 quando pesquisamos os benefícios das algas marinhas.

Entre algumas propriedades benéficas que podemos encontrar por aí, estão: melhora do sistema imune, regulação do metabolismo, desintoxicação do organismo, prevenção de doenças do coração, proteção da saúde gastrointestinal e efeitos calmantes, entre muito outros, como o efeito das algas marinhas para emagrecer. Diversos chás, sopas, óleo de coco, moringa, entre muitos outros alimentos trazem a mesma promessa.

Mas será que um único alimento é capaz de proporcionar tantas vantagens? Vamos conhecer as algas marinhas e entender isto melhor nesse post sobre algas marinhas para emagrecer!!

O que são algas marinhas?

As algas marinhas são popularmente conhecidas como plantas, pois suas estruturas lembram folhas de vegetais terrestres e elas também realizam fotossíntese. No entanto, na verdade estão no Reino Protista, que é muito diverso, e inclui os protozoários (microorganismos) e as algas.

De modo geral, as algas marinhas apresentam vitaminas, minerais e fibras, além de compostos bioativos, que são substância que podem interagir com nosso organismo e proporcionar efeitos positivos para a nossa saúde.

Suas células também podem ser compostas por ágar (utilizado na produção de gelatina) e carragenina (outra substância gelificante também utilizada na indústria alimentícia).

As algas marinhas são típicas da culinária nipônica, ou seja, japonesa. E existem estudos que comparam as dietas japonesa e ocidental e mostram uma associação entre o consumo de algas marinhas com a menor incidência de doenças crônicas, como câncer, dislipidemia e doenças cardíacas. Apesar de no Japão as principais causas de morte serem câncer, doenças cardíacas e derrame, as prevalências ainda são menores do que nos países ocidentais.

Algumas pesquisas também mostram propriedades das algas marinhas para emagrecer pela grande quantidade de fibras que contêm e que pode contribuir para a saciedade e redução da ingestão de alimentos.

Mas fique atento(a)!

Tanto os estudos que tentam apresentar propriedades das algas marinhas para emagrecer quanto para a saúde não são conclusivos e necessitam de pesquisas adicionais a serem realizadas com seres humanos.

Além disso, essas pesquisas estudam as algas marinhas sob o ponto de vista dos nutrientes, mas a alimentação vai muito além de somente os nutrientes. Concorda? Vou te explicar melhor.

O modo como comemos é tão importante quanto os nutrientes que ingerimos

Quando as informações dão ênfase a um único aspecto ou nutriente do alimento, ocorre uma generalização e passamos a ver determinados alimentos como benéficos ou prejudiciais em quaisquer circunstâncias. Por exemplo, o açúcar vira um vilão e o óleo de coco um superalimento. É óbvio que isso é simplificado demais!

Apesar dos possíveis benefícios das algas marinhas, elas não são milagrosas, aliás, nenhum alimento é. Apresentam nutrientes e substâncias que podem trazer benefícios para o nosso corpo. Porém, precisamos entender que a alimentação é influenciada por diversos fatores e que não consumimos os alimentos apenas porque eles têm compostos bioativos e substâncias benéficas.

Vamos conhecer alguns determinantes que explicam um pouco porque comemos o que comemos?

1. Comportamento alimentar

Diz respeito à relação que temos com a comida, ao modo como comemos, aos nossos hábitos e estilo de vida. E tudo isso, que está centrado no indivíduo, irá refletir em interações com o estado fisiológico, psicológico e o ambiente.

2. Cultura

Apesar de sermos onívoros, ou seja, capazes de comer todos os tipos de alimentos, não necessariamente comemos tudo. Para um alimento ser considerado comestível ele precisa elegido como comestível e fazer parte da nossa cultura.

É muito comum o consumo de algas marinhas no Japão, pois fazem parte da cultura japonesa e estão mais disponíveis lá. Já no Brasil, o consumo de algas marinhas, é mais para emagrecer mesmo! 🙂 Brincadeiras à parte,  o fato é que muito mais comum comermos arroz com feijão, uma combinação rica em nutrientes e fibras, mas também saborosa.

3. Sabor

O alimento precisa ser saboroso, e isso inclui todo o sistema sensorial: visão, audição, tato, paladar e olfato. É necessário que a comida seja visualmente atrativa, pois primeiramente comemos com os olhos.

Depois sentimos o odor agradável, que influencia diretamente o paladar. Você com certeza já teve a experiência de comer com o nariz congestionado, os alimentos parecem perder o sabor. A partir do tato sentimos a textura dos alimentos e da audição podemos perceber a crocância dos alimentos.

Podemos comer determinados alimentos porque têm bons nutrientes, mas não sentirmos prazer a partir dessas sensações…

Será que isso é realmente saudável?

4. O contexto social: quando, onde e com quem comemos?

Os alimentos correspondem a situações diferentes. Em momentos festivos geralmente comemos alimentos diferentes do habitual (bolo de aniversário, churrasco, feijoada) e sempre acompanhados de outras pessoas. Já no cotidiano é comum comermos arroz com feijão e bife, o que já se diferencia de lanches rápidos que fazemos ao longo do dia.

Portanto, antes de pensarmos em consumir algas marinhas para emagrecer é preciso entender que comer não se reduz a ingerir nutrientes. Diversos determinantes estão envolvidos. Também é necessário ter uma visão crítica em relação às informações que chegam até você para não cair nos modismos alimentares.

Não coma algas marinhas para emagrecer!

Melhor do que consumir algas marinhas para emagrecer é comê-las para descobrir e experimentar novos sabores.

Existem vários tipos de algas marinhas comestíveis. As mais conhecidas são nori, wakame e kombu.

Nori é uma alga que encontramos para vender em formato de folha, bem fina e com coloração escura que geralmente envolve o sushi. Mas também podemos saboreá-la em saladas.

É importante não colocar a alga sobre folhas molhadas, pois perderá sua crocância. Wakame tem coloração verde-escura e kombu, negra. Ambas podem ser utilizadas em sopas, saladas e refogados de vegetais.

Elas também são encontradas em pó ou cápsulas. Nesses formatos se parecem muito mais com suplementos ou medicamentos e provavelmente apresentam aditivos. Também não têm o sabor das que encontramos apenas desidratadas (forma mais comum de comercialização). Como sou uma defensora da “comida de verdade” sugiro o uso das algas desidratadas no preparo de receitas culinárias.

Portanto, em vez de buscar alimentos milagrosos, procure comer melhor, experimente novos sabores, coma com prazer e faça as pazes com a comida e o corpo!

Agora que você aprendeu sobre algas marinhas para emagrecer, uma dica final!

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Vamos juntos nessa?

Referências:

Se você gostou dessa leitura sobre algas marinhas para emagrecer, provavelmente vai gostar destas aqui que separei para você:

  1. Qual é a melhor dieta para emagrecer?
  2. Vale a pena investir em alimentos para perder peso? Descubra
  3. Benefícios do óleo de coco: milagre ou modismo? Saiba mais

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